domingo, 4 de março de 2012

Dentro da superlativa vontade de Deus


Existe uma linha muito tênue entre a espiritualidade, a religiosidade, a egocentricidade, a volatilidade e a verdade...
Obstinadamente fazemos da nossa razão a nossa verdade, muitas vezes ignorando esta verdade por causa de nossas razões quando as mesmas não coadunam com a verdade.
Eu sei que estou absolutamente certo, mas posso estar equivocado, por isto perscruto exaustivamente o paradigma a fim de polarizar a minha idoneidade...
Ainda que haja o paradigma ilibado temos por essência a capacidade de adulterá-lo a fim de moldá-lo de acordo com o que se ajusta aos nossos propósitos.
Na verdade enquanto tivermos o livre arbítrio sempre haverá varias filosofias ideologias e todas absolutamente convictas de suas promulgações, e isto é tão importante quanto necessário que seja desta forma.
Para que seja autenticada a nossa individualidade e com ela a nossa prerrogativa de sermos a imagem e semelhança de Deus
Volto a repetir que não passamos de pinturas rupestres dentro de uma caverna ao que tange a deslumbrante realidade lá fora...
E neste mosaico de conhecimentos cada qual forja o seu deus, abstrato ou concreto por certo.
Enquanto houver vida dentro de nós mesmos, seremos, céticos,  ascetísticos, enigmáticos, dogmáticos, alienados, chauvinistas, e até mesmos verdadeiros!
Vivendo e convivendo dentro da superlativa vontade de Deus, seja ela permissiva, ou imperativa 




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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