quinta-feira, 3 de maio de 2012

A mais hedionda inquisição


A obstinação é produto germinado pela falibilidade humana, que encontrou um fértil campo por intermédio do egocentrismo, e isto faz com que as volatilidades permeie em vários aspectos.

Indiferente de estar alicerçado  em uma filosofia idônea, quando o ser humano se volta para o seu próprio “eu” ele cria barreiras quase expugnáveis  em que todas as coisas tem que se moldar aos seus princípios.

Sobre um terrível flanco de areia movediça estabelece-se uma crença e esta crença perde a sua idoneidade a partir do instante em que dirime a verdade e ou maquia esta verdade para que a filosofia que se pré dispõe seja inerente aos anseios.

No principio criou Deus o céu e a terra e tudo o que neles há, depois criou o homem e o homem criou um monte de tolices para justificar a sua insignificância diante da soberania deste mesmo Deus.

E até mesmo os seus preceitos que são superlativos vem ao longo dos séculos sendo deturpado...

Questiona-se e com toda a razão a sandice de clérigos que durante a mais hedionda inquisição!
 Em uma obstinação egocêntrica martirizou bruxas, protestantes...
Em fim, todo aquele que discordava da sua crença antropocêntrica autocrática e volátil...

Mas nem por isto a verdade deixou de existir deixou de sê-la, e sempre o será...

Enquanto houver um coração disposto a renunciar o seu ego...

  



Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna.
 -João, 3:16-

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