quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Há como ele amava aos pecadores!...







































Sei que às vezes nós somos julgados, injustamente avaliados, e aqueles que nos julgam em hediondo preconceito, adentram em nossa privacidade e então somos julgados de acordo com que imaginam ser a sua verdade.

Quantas vezes ferem a nossa identidade ao duvidar da nossa idoneidade partindo de um principio egocêntrico cujo ego inflado não abre precedentes para atestar se há alguma veracidade.

Apenas por uma questão de mera presunção mera e estupida questão, nos colocam na contra mão do que acreditam ser sua filosofia de vida.

Pateticamente coerente ilogicamente conveniente a todo aquele que quer ganhar algo em troca...
Pelos frutos conhece-se uma árvore...

Vejo árvores tão floridas, tão tão vistosas tão bonitas, mas assentado à sua sombra sei que eu vou morrer de fome...

Sei que trago as minhas falhas, que por eles tão polarizadas, é mais fácil demonstrá-la, do que ajudar-me em uma solução...

É tão fácil julgar!...
É tão fácil criticar!...
Invadem nosso mundo
Subjugam a nossa essência
Menosprezam a convivência
E por conveniência
Escolhem os seus
fazendo dos meus
uma escoria de Deus...

E num discurso politicamente correto cada tribo forja seu clã.

E em meio a tudo isto, me reporto ao passado ao ler as sagradas escrituras, e vejo um ser maravilhoso vivendo e convivendo amando e compartilhando...
E leprosos, e mendigos ignóbeis, miseráveis  pescadores...

Há como ele amava aos pecadores!...

E amou de tal maneira que por eles deu a vida.

       Ele ainda ama você, que se sente injustiçado um ser tão vil e desprezado, 
       acredite nisto, ele é Jesus Cristo





Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna.
 -João, 3:16-

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