sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Diante da cruz no Gólgota


Quando olho para os orifícios de tuas mãos, abaixo os meus olhos entristecidos...

Tanto quero, tão pouco fiz por merecer!

Tua paz emana em meu coração a consciência da importância de amor tão profundo!

Tuas mãos, Senhor!

Elas me levam a refletir e reconsiderar o meu ponto de vista.

...E nesta analise vejo-me tão aquém, tão ínfimo!...

Jesus Cristo.

Ajuda-me a viver a plenitude que derivou do gesto veemente de tua parte.

Dá-me a condição de assimilar de corpo, alma & espírito a tua soberana vontade e então poder adorá-lo, amá-lo, servi-lo,...

Em Espírito e em verdade.

Não és religião, filosofia, teologia, história, ainda que tudo isto esteja inserido dentro da sua plenitude.

Quem és tu? Doce  Deus das mãos furadas!...

Arrebatastes o meu coração e me vejo enclausurado neste tão sublime amor.

Incomensurável amor, cadeia cuja as chaves eu lancei no mais profundo do oceano, aonde meu coração jamais há de encontrá-las...


Como posso agir abruptamente diante deste Deus tão maravilhoso?...

Iria por ventura em um ato de estupidez afrontá-lo sabendo de tudo que por minha vida?...

Colocar-me-ia diante da cruz no Gólgota a questioná-lo sobre os meus direitos?...

Fazendo isto sob o seu olhar triste e quebrantado, porém incomensuravelmente amoroso que morria lentamente por minha causa?...

...Mesmo que depois de tantas manifestações da sua graça.

O céu... No céu! 

A terra... Na terra! 

O mar... No mar!

Os céticos conseguissem invalidar a existência de Deus!

Seria tarde demais!...

Pois ele deixou a sua glória para habitar no meu coração trazendo em mim uma nova vida...




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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