quinta-feira, 18 de abril de 2013

O rei o rio e o povo


















Um rio abundante corria
e a vida de ti escorria,
mas o rei jamais se curvava
seus lábios rachados ressecados sedentos
e o rio tão caudaloso!...

Incomensuravelmente profundo
cabia-lhe o mundo.

E o rei assentado em seu trono 
matava de sede o seu povo
sabia que havia um rio abundante a correr
em terras distantes de um rei sem coroa  e sem glória
um rei sem passado também sem historia...

Mas cuja historia iludem a tantos
mas é só uma  historia
como a historia de tantos.

E ainda que rei,
era somente um plebeu
distante do rio.

...E o povo que ria risadas histéricas
morriam em cada risada que davam
sorrindo o triste engano

sem as águas do rio
enquanto seu ventre
tão raso seu veio
morria no meio
secava sua fonte
e a fonte da vida
fluía em outro lugar

mas entorpecido no cio
o povo não viu
o rio que leva
estava descendo

e o rei esquecendo
enquanto morrendo

até ser somente uma historia
contada por todos
mas as águas secaram
e o rei sei morreu
do rio esqueceu
e o rio se foi
desaguar-se ao mar.




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. -João, 3:16-

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