quinta-feira, 2 de maio de 2013

Dura lex, sed lex


A lei jamais deve ser elaborada por partidários do subjetivismo, para que conceitos egocêntricos não venham dirimir a sua imparcialidade.

A lei em si torna-se profícua a partir do instante em que se busque com verdadeiro altruísmo o favorecimento da dignidade pautando-a na ética decência e honestidade.

Quando um paradigma cônscio torna-se a base para uma sociedade, esta com certeza primará para justiça valorizando uma filosofia transparente.

O que não se pode admitir é quê conceitos deturpados que desonram a hegemonia sejam preconizados como prática de vida.

Mas acima de tudo é imprescindível que se respeite quaisquer conceitos que formam uma filosofia de vida dando a esta filosofia o estilo que ela impõe, desde que estes mesmos conceitos respeitem outros conceitos sem hediondos preconceitos.

E ainda que deles não faça parte, ainda que com ele não concorde, todo conflito de idéias dever-se-ia ater-se apenas na teórica temática que arregimenta o campo das idéias...

Ninguém é obrigado a aceitar ao principio que o outro deseja impor, assim como ninguém tem o direito de impor algo que não se adéqua a princípios antagônicos aos seus.

Porém ninguém tem o direito de impedir que um preceito subjetivo seja preconizado desde que este mesmo princípio não coloque em duvidas a hegemonia do convívio social.

O que não se pode de forma alguma e germinar leis que favoreçam de forma arbitrárias egocêntricas sortilégios que deturpam a hegemonia da lei.

A lei é dura mas é a lei.  




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna. -João, 3:16-

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