segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A boa, agradavél e perfeita vontade de Deus











Normalmente nossa vida tende nos levar paulatinamente para o centro da nossa própria vontade, e na maioria das vezes as nossas vontades são boas apenas no nosso ponto de vista.

E quando delegamos a Deus o privilégio de aprimorar estas vontades elas, por razões obvia acabam sendo proteladas e as vezes até mesmo dirimidas.

Todas as vezes que fazemos valer os nossos direitos de forma egocêntrica, estes direitos se perdem em nossas imperfeições em que nossas ações deturpam o que seria a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

O longo processo de aprimoramento faz com que no fim venhamos entender o porquê da vontade de Deus ser boa agradável e perfeita.

Entendemos que por ser boa ela visa tornamos melhores a nós e ao próximo e com isto se torna também agradável já que não vilipendia a perfeição trazendo total hegemonia ao que tange o proposto superlativo.

O de sermos instrumentos vivos cuja glória de Deus transcende a qualquer interesse particular e ainda que ele exista que  seja necessário viável, imprescindível é ir além da excelência... 
Quando deixamos de fazer a nossa própria vontade para executar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus paradoxalmente estaremos fazendo a nossa já que foi ele quem nos criou e o fez para um objetivo, e quando não alcançamos tal objetivos somos apenas emeferas substancias que se deteriora com o passar do tempo


Romanos, 12: 02 b




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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