sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Digamos que Jesus nunca foi Deus.




Partindo do principio do ceticismo
daquele que nega a Deus,
digamos que tudo não passe de uma ficção
uma montagem muito bem elaborada
o que na verdade sei que o é
em vários filmes a cerca da fé.

Digamos que Jesus não é Deus
porquanto nunca voltará
que a vida é somente aqui
e as alegorias do apocalipse
são fruto da imaginação
de um velho solitário e segregado
cujo nome era João
e vegetava numa ilha um tanto esclerosado.

...Mas o que será da vida depois da sepultura
depois de o corpo putrefato
depois que não houver mais vida
depois que a jornada for interrompida?

Isto pode ser amanhã!
Quem te dá total garantia
que viverá por mais um dia
talvez até a semana que vem
porém,

eu paro no aqui agora
e percebo a consistência divina
intrínseca a minha consciência
eu sinto esta presença,

mas há quem  nunca o sentiu
então...

Passar esta efêmera vida em vão,
para aonde vão
e pra quê viver
ganhar o mundo
e depois partir num segundo.

Se tudo isto fosse apenas uma utopia
viverei eterna alegria
sabendo que após a minha morte
para minha própria sorte
Jesus Cristo foi é  e sempre será o meu norte...









Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna.
-João, 3:16-

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