quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Frivolidade

























Talvez se ouvíssemos mais o som dos nossos corações
talvez se enxergássemos mais a beleza das nossas almas
Talvez se não fossemos tão escravos do nosso orgulho
e não prejulgássemos de forma precipitada!

Talvez se em nosso juízo de valor
avaliássemos a partir do nosso próprio defeito
dirimiríamos bem mais o tão hediondo preconceito

se respeitássemos mais o direito do outros
ainda que discrepante aos nossos
e mesmo que não concordássemos
entenderíamos quê...

Temos todo direito de discordamos uns dos outros
desde que respeitemos mutuamente,
uns aos outros.

Talvez até parecêssemos mais gente
deixaríamos de sermos tão indiferentes
em nosso silencioso e crônico egocentrismo.

...Eu parei diante de um mendigo na rua
que contumaz mendigava e ficava na sua
parecia o dono desta rua
na verdade a rua era mais sua do que minha

pois a rua que ele vivia
tornou seu habitat natural
tentei penetrar no seu inexpugnável mundo
pensando ter algo a oferecer
mas vi minha esperança morrer

já que diante dele
o mendigo era eu
que suplicava a sua atenção.



Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Os cães ladram, mas a carruagem passa.

Existe uma enorme influencia advinda de filosofias progressistas que deturpam de forma profunda o conceito familiar, eu sei que é impor...