sábado, 11 de junho de 2016

A igreja e o homossexualismo.

Temos vivenciado tempos difíceis em que uma geração pós-moderna tem se valido de uma filosofia alvissareira e pragmática, por que não dizer hedonista e isto infelizmente acaba respingando em nossas igrejas.

Nossa sociedade de modo geral tem se valido de conceitos humanistas que em muito diferem da filosofia cristocêntrica que preconiza a doutrina cristã. (Col. 3: 01.)

Entre as disparidades, vou salientar uma que é antiga, mas que nos últimos tempos tornou-se algo tão normal e tem sido defendida a ferro e a fogo pelos ativistas gays.

O homossexualismo.

 “O cristianismo não coaduna com o homossexualismo, pois preconiza um relacionamento heterossexual profícuo e fecundo.”

Existem três formas que culminam no homossexualismo.
A primeira eu poderia dizer que é o homossexualismo patológico.
Geralmente quando isto acontece deve-se a efeitos psicossomáticos que são efeitos colaterais germinados por traumas advindos da infância e insere nestes casos, desde abusos sexuais a tratamentos agressivos que formam estigmas que deturpam uma alma fazendo com que a pessoa em questão acabe usando tal procedimento, o que funciona como uma válvula de escape.

A segunda eu poderia dizer que seria homossexualismo social ou cultural.
Este se evidencia pelo convívio aonde as influencias acabam germinando uma filosofia de vida em que tais procedimentos tornam-se corriqueiros e isto se deve a cultura de uma sociedade, e quando mais liberal for esta sociedade mais se evidencia o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo.

A terceira eu poderia chamar de homossexualismo espiritual.
Este é o menos aceito pelos ativistas gays, e com certeza ao lerem o que aqui está escrito me rechaçarão de forma contundente.

Mas existem espíritos que influenciam mentes de pessoas que acabam deixando se levar por estas ideias mudando a sua preferencia sexual, eles agem de forma intrínseca na mente destas pessoas que acabam deixando se influenciar.

Não iriei rotular estes espíritos dando-lhes um pseudônimo, mas não posso jamais isentá-los, aliás, diga-se de passagem, estes espíritos fazem inferência a tantas outras atitudes que diferem-se do paradigma estipulado por Deus. (Gn. 1: 27 - 28) na verdade estes espíritos são os mesmos que muitas vezes influenciam homens e mulheres a se envolverem e o fazem quando disseminam paixões avassaladores que redundam em compulsivas  e efêmeras relações...

Quando afirmo que o cristianismo não coaduna com o homossexualismo eu me atenho a um texto clássico em que o apostolo Paulo e categórico ao enfatizar a sua total reprovação a este tipo de comportamento. (Rom. 1: 24 – 28)

O papel do cristão não é o de condenar, mas sim de estender a mão, condenar sim a prática, mas respeitar todo aquele que o pratica dando-lhes sempre todo respeito tratando-o como ser humano que ele o é, e amando-o com toda sinceridade.

Infelizmente nos dias atuais, assim como existem os ativistas gays que são obstinados em suas ideologias deturpadas e agressivas, existe o outro lado da moeda em que ativistas homofóbicos arvoram a sua bandeira e fazem um lobby terrível no sentido de atacar de forma agressiva aquele que pratica semelhante coisa.

Nem tanto ao mar, nem tanto a terra, o cristão tem acima de tudo, o dever de levar a mensagem do evangelho seja para quem for, pois Deus tem apenas duas qualidades de pessoas, as que são os seus filhos e as que não o são, resta-nos buscar os que dele são, mas que longe dele estão...

Ser homossexual é uma escolha sua,
discordar  é um direito meu,
respeitar é uma obrigação de todos nós.




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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