quinta-feira, 2 de junho de 2016

Um espectro tão nostálgico.





















Tantos foram celebridades
que enalteceram encantaram
cujas luzes das ribaltas
seus semblantes iluminaram.

Todos eles tão efêmeros
foram luzes que brilharam
foram neblina da manhã
que tão rápido dissiparam.

Quantos ficam na memoria
tão sublime sua história
mas as luzes se apagaram
ofuscaram a sua glória,

hoje são só paginas amarelas
de um álbum de retratos
tão fugaz em nossa mente
como seres abstratos,

mas a vida é assim mesmo
somos apenas o que se passa
se hoje somos tão reais
emanamos tanta graça

amanhã sei que seremos
apenas uma historia a se contar
um espectro tão nostálgico
que a lembrança faz chorar

*******


A imprensa que insufla um ego
lançando-o sob o neon das luzes da ribalta,
pode perfeitamente exaurir uma autoestima
chafurdando-a no mais lúgubre
poço do ostracismo e ou da execração.

 No palco da utopia a ilusão se faz eterna
até que todas as luzes se apaguem
e tudo volte a ser efêmero.

Um inebriante sonho volátil!...




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. -João, 3:16-

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