domingo, 12 de fevereiro de 2017

Após o apocalipse...




Indiferente de fundamentar-me em um conceito Calvinista ou Arminiano, trago implícito em minha consciência a realidade do que fui do que sou ou do que poderei ser.

Existe uma bipolaridade grotesca ao que se refere aos conceitos doutrinários no que tange o Arminianismo ou Calvinismo em que ambos seguem se digladiando de forma tão contundente que até parece que não se trata de pessoas que creem no mesmo Deus, com a mesma confissão de fé.

A ideia aqui não a de demonstrar que um está certo e o outro errado, pudera eu em um paradoxo utópico criar uma doutrina que abarcasse as duas filosofias em uma só.

Sei que isto se torna até mesmo uma hipérbole tamanha disparidade, porém quando penso que temos algo em comum e que maior é o que nos une do que o que nos separa, é que me vem esta utopia tão maravilhosa!

 Sei que muitos teriam isto como uma forma de pragmatismo relativista, principalmente aqueles que são mais fundamentalista, porém creio que ao findar de apocalipse todas estas divergências não passaram de efeitos colaterais causados pelas limitações advindas da débil natureza humana e a sua falibilidade.

Aí não fará diferença se alguém arvorava a bandeira do Arminianismo ou do Calvinismo, se era pre, pós, ou tribulacionista, estas coisas que muitos teólogos de formados por correspondência adoram debater para mostrarem seus conceitos cheios de pedantismo.





Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. -João, 3:16-

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