quarta-feira, 15 de março de 2017

Pra dizer que não falei das flores.



Gatos e ratos.

Os gatos roubaram
e tão pouco deixaram
para os ratos que comeram,
estes ratos roeram
deixando suas fezes
tão sujas e os gatos .

Talvez sejam ratos
já não sei qual é pior
se os gatos ou os ratos
se são gatos e ratos.

Abriram uma brecha
por onde passaram
em fim saquearam
e agora abrem outra
só para se proteger
e a tudo o que roubaram.

Só doenças deixaram
a peste e a epidemia
tão malditos infestaram.

Se são ratos ou gatos
já não importa mais
só sei que detê-los
ninguém é capaz.



Estamos tão apáticos tão alienados estupidamente inertes, segregados aceitando a tudo tão calados, enquanto somos amiúde saqueados.

Achamos tão normal algo assim tão banal e tolamente ignorantemente a gente, segue um tanto descrente meu Deus! Como tudo isto é deprimente!...

Converteram-nos em indigentes, humilhado seguimos mudos, infelizmente, e o que fazem com a nação “infelizmente” simplesmente e deprimente e eu digo outra vez, “infelizmente”!

O desemprego assustador, a violência, o terror, nas escolas nas ruas campos e construção como dizia o antigo refrão, como dava orgulho cantar aquela canção...

Bem, eu vou embora que esperar não é saber, quem soube fez a hora de isto tudo acontecer!

Pelos campos a fome também em grandes plantações, pelas ruas marchando indecisos cordões...

Hoje sei que nós somos quase os piores entre as nações ainda assim nos marchamos cheios de ilusões...

E os soldados calados com as armas nas mãos, quase todos vencidos, pois lutam em vão, eles ganham tão pouco para honrar a nação, eles morrem aos montes sempre morrem em vão...

Nos quarteis ainda lhes ensinam a mesma canção de morrer pela pátria e viver sem razão.

...E a maior das tristezas, é que a nossa nação, é governada por políticos ávidos por corrupção nos saqueiam, mas seguem sem punição.

E aceitamos calados omissos tão cúmplices, pois quando chegam às eleições, nos vendemos nossos votos a troco de tolas ilusões.

Sem ter uma ideologia, desprovidos de convicções, somos todos iguais braços dados ou não.

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Como eu queria de novo reviver esta canção, desta vez ir as ruas para combater a ditadura desta hedionda corrupção...






 Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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