sábado, 26 de agosto de 2023

O sublime e básico princípio de sua essência




 

O homem jamais deveria ser um fim em si mesmo, porém sempre nutrir o mais sincero e profundo desejo de tornar-se um meio para desta forma ser útil ao meio em que vive.

 

Por mais que ele anseie em conquistar, e por mais que tais conquistas se evidencie, a cada aquisição o mesmo ainda que de forma inconsciente, perde o sublime e básico princípio de sua essência tornando-se prisioneiro da sua efêmera existência.

 

Descaracterizado desde a sua prole, todo homem tem a necessidade intrínseca de tentar justificar a razão de ele estar neste mundo que o exaure paulatinamente.

 

O que daria o homem por resgate de sua alma?

 

O que poderia torna-lo merecedor do breve espaço de tempo que ele o tem?

 

E ainda que fosse possível de o mesmo o sê-lo, seus sonhos e planos não passariam de uma conquista que subjetivamente jamais aplacaria o vazio que o mesmo sempre trouxe dentro de si, e nem mesmo os seus tesouros sendo despojado dariam a paz que ele sempre ansiou, já que a vida toda viveu pensando em si mesmo como meio e não como um fim!

 

 

 




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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