segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A pedra que Drummond não viu

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 

Nunca me esquecerei desse acontecimento 
na vida de minhas retinas tão fatigadas. 
Nunca me esquecerei que no meio do caminho 
tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
no meio do caminho tinha uma pedra.

                           ***


...Quando Drummond escreveu este poema
vivia-se um outro dilema
não imaginou que existiria uma pedra
a pedra que empedram os olhos
e um olhar tão triste perdido
de um sonho que foi esquecido.

É a pedra que há no caminho do olhar
colocando uma mãe a chorar,
pois vê morrendo aos poucos
num vicio insano tão louco
o vicio da desgraça da pedra
que empedram os olhos do filho.

Queria que não houvesse mais pedras
que enterram sem lápide de pedra
vidas que partem partindo
o sonho de mãe sem o filho
que tropeçou na pedra perdeu-se no trilho.

Meu Deus como eu odeio esta pedra!
Que destrói a vida de tantos jovens
que vagam sem vida e vão,
em vão,
tragando esta pedra.

Na época de Carlos Drummond
só havia uma pedra,
não era esta pedra
que corrói que destrói.

Ajuda-me ó Deus!
Fazer de sua pedra
que é a pedra angular
a relíquia do amor
ela Jesus o Senhor
que despedaça estas pedras.

Somente o seu infinito amor
tão forte teor
o fluxo da vida
o antídoto da pedra
que a tantos destrói
que a alma corrói...


Oh! meu Deus!

Alarga as minha fronteiras!
Tira meu coração desta prisão!
A prisão de não poder levar a mensagem a tantas vidas desgraçadas...


Quantas mães?!
Quantos filhos?!
Quantas palavras em meu coração!...





Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
para que todo aquele que nele crê não pereça,
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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