sexta-feira, 5 de abril de 2013

O filho do homem














Quantos fatos sucederam
milhões e milhões nasceram
como também milhões e milhões já morreram
quantos de várias formas o descreveram!...

Quantos verdadeiramente o obedeceram?

Há quanto tempo viemos depois dele!
depois de várias destas descrições, convicções…

Muitas delas tão alienadas voláteis
orquestradas do produto de suas imaginações
chegando a tê-lo como.

Déspota possessivo e poderoso
e ou inacessível impetuoso.

Porém para muitos,
poético romântico e vistoso
apenas um sábio profeta.

Triste é para os que o tem
como a historia dileta
convertendo-o em instrumento
para sórdido e ilícito enriquecimento
lançando ao esquecimento
todo amor e toda paz
o alívio de qualquer tormento.

Estas hediondas descrições
tentam ofuscar a razão
todo amor que culminou em perdão,
geram sempre controvérsias
confundindo a tanta gente
tantos fatos divergentes
onde a gente,
em nosso orgulho eminente
e estupidamente se ignora
a verdade que aflora.

seu nome é Deus
que se converteu em Jesus
para perdoar nossos pecados
dependurou-se em uma cruz
derramando o seu sangue lentamente
sangue de um homem inocente
para salvar todos tipos de gente
que a ele se converte.






Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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