sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O que não se ensina nas universidades





















Eu passei toda uma vida esperando
e enquanto esperava eu sonhava
e enquanto eu sonhava eu orava
e enquanto eu orava eu chorava,
pois a dor dos espinhos
a minha alma dilacerava.

Vi muitos partirem
pessoas que eu tanto amei
e ao vê-las partirem
meu Deus como eu chorei.

Bebi o absinto cálice da ingratidão
meu Deus como tudo isto feriu o meu coração
tive como inseparável companheira
a indesejável solidão.

Muitos me ridicularizaram
quantos de mim debochavam
e os meus sonhos a mim tão sublime
eles simplesmente ignoravam
em mim eles não acreditaram.

Ao ver a dor e a frustração
que de forma contumaz
angustiava a meu coração,

fechei-me no meu recôndito
fiquei eu e meu coração
a ouvir a minha própria canção.

Não sabia que toda dor a mim impetrada
me forjava na jornada
me ensinava o que muitos não entedem
o que não se ensina nas universidades
reverberava em mim toda a verdade.

E eu que pensava ser o dono mundo
fui viver no meu submundo
como semente enterrada no chão
vi morrer meu ego em podridão

esvair o meu próprio coração
e com ele as suas razões
que se transformaram em desilusões
para que Deus mostrasse a sua glória
e com graça e misericórdia
pudesse mudar a minha historia.




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, 
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna. 
-João, 3:16-

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