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Mostrando postagens de Março, 2011

Encontrei a minha Paz

Caminhei sobre pedras e espinhos quantas vezes eu chorei tão baixinho tão triste e tão sozinho quando a angustia me invadia uma dor me corroia assim era o meu dia a dia.
Quantas vezes fui ludibriado Meu coração se viu encantado por uma nova ilusão que convertia-se em desilusão e eu procurava a qualquer preço ver-melivre da solidão.
Mas a maldita ironia lançava ao chão a fantasia pondo fim a falsa alegria.
Tão confuso e atordoado com o coração dilacerado abatido e tão frustrado

Máscara da ironia.

Morre o sol lentamente parece que se feriu no cume do monte e a cor púrpura invade toda a terra deixando um ar tão tristonho.
Ao longe eu posso ouvir um pássaro com o seu cântico um tanto enfadonho tão triste plangente que fere a gente.
Uma brisa tão suave! Umedeci aos meus cabelos dos meus olhos fluem lágrimas ao saber que ao fim do dia foi-se embora o pesadelo.
Óh! Meu Deus é tanta paz! Que enche o meu coração de luz e o brilho dos meus olhos resplandecem a luz de Jesus
teu espírito habita em mim numa paz que não tem fim teu Espírito é sublime