quinta-feira, 23 de junho de 2016

A indissolubilidade matrimonial, 1ª parte.

Hermeneuticamente fazemos da exegese a prole da homiletica que contemporiza a viabilidade eclesiástica ao pós modernismo cultural e inerente a consciência coletiva majoritária influenciadora trazendo o desafio de uma nova proposta que ajusta a igreja ao mundo secular.

TRADUZINDO:
Apenas o conhecimento mata. Mas a comunhão com Espírito Santo vivifica.

Infelizmente existem muitos eruditos, teólogos que explicam com a maior facilidade o hebraico o grego, explanam de forma assustadora em suas preleções a respeito dos textos bíblicos, quanto a isto glorifico a Deus, quando fazem da maneira certa. O problema é quando adotam conceitos egocêntricos, humanistas, para confundir e deturpar apostatar da fé.

Trazem explicações que dão certo sentido, mas no fundo estão querendo apenas se beneficiar.
 Tornam abominações em fatos ambíguos, convertem a graça de Deus em eufemismo, liberdade em libertinagem, licença em licenciosidade.

O evangelho em rudimento primitivo transformam tradições em dogmas vigentes, mandamentos em meros cerimoniais, e fazem tudo em um pragmatismo exacerbado.

É difícil debater com estas pessoas já que o meu seminário foi a ermo clamando a Deus em lugares totalmente discrepantes “perdoem-me a demagogia”, mas esta é a verdade. Nestes lugares em que vi meu ego se esfacelar, destilei lagrimas e mais lagrimas, esvaziei-me literalmente, até mesmo de meus sonhos que se frustraram, e no vácuo deixando pela desilusão, preenchi buscando a orientação de Deus através daquilo que o Espírito Santo punha em minhas mãos para eu aprender sobre a sua vontade. E novos sonhos se forjaram!...

 E afirmo que este novo sonho não aponta para a minha sabedoria frágil e inconstante, aponta para as sagradas escrituras que determinou a nova dimensão destes sonhos que se forjaram na dor da minha renuncia cotidiana. Sagradas escrituras que contem a indubitável palavra de Deus, palavra esta poderosa o suficiente para não me deixar no engano, nem a mim e nem a ninguém!  Por esta razão fui um tanto irônico nas ilações a respeito da hermenêutica e a exegese assim bem como também a homiletica.

Este pragmatismo humanista tem sido o maior culpado do eufemismo que gangrena, e neste adendo vale a pena abordar a respeito de casamentos entre cristãos divorciados que tem se tornado uma redundância. Quantos por causa disto deixam para traz uma família despedaçada com o intuito de se unir a uma nova aventura e o fazem sobre um álibi esdrúxulo.
O mais indignante é quando se trata de lideres e por causa disto em suas exegeses deturpadas viabilizam a si mesmos e aos outros, como é triste ver pastores que se divorciaram e agora vive um novo relacionamento. Na maioria destes novos relacionamentos sempre tem algo a ver com águem ou, de aparência mais privilegiada, ou mesmo de posição social mais favorável...

Eu nunca ouvi um líder seja ele homem ou mulher que disse ter se separado do cônjuge porque ambos estavam em plena comunhão com Deus, pois se assim o estivessem, este mesmo Deus jamais permitiria que chegassem a ponto de uma separação.

Se alguém que tenha o chamado de Deus para um ministério, se valendo de seu livre arbítrio por razões escusas resolve abandonar o cônjuge, que se viva para o ministério que Deus o comissionou (I Co. 7: 01), mas se é impossível viver só que volte para aquele ao qual jurou fidelidade diante do altar de Deus.
Pois com nossa personalidade prevalece a nossa vontade emanada de nosso ego que tem que ser dirimido a todo custo
Continua...




Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. -João, 3:16-

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