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quarta-feira, 22 de março de 2017

Eu creio piamente que há futuro para esta nação.

O ódio dissimulado efeito colateral de uma humanidade perdida em seus valores, fazendo com que a miséria espiritual evidencie grandes e pequenas catástrofes.

O ego que aflora sedimentado por uma crença deturpada obstinada que germina a ignorância que nos faz sentirmos vergonha do que somos se é que verdadeiramente o somos.

Aqui não se mata e nem se mão morre, não de forma tão sistêmica, por causa da religião, mas a violência impetrada contra a sociedade é mais cruel é mais voraz do que o ódio disseminado pelos sectários que floresceram no oriente médio e se imigraram para países frios de amor no ocidente.

Nas ruas o ódio de marginais contumazes...

Na politica silenciosos bandidos travestidos de parlamentares extorquem exaurindo os recursos da nação, na religião infelizmente a ganância de muitos líderes anula o que poderia ser uma saída, uma porta de esperança.

Pois os sectários daqui não explodem em nome de Alá, extorquem em nome de Jeová.

...E a imprensa que poderia ser mais imparcial, formadora de ideias, já construiu o seu ideal, e para ela o paradoxo é que é normal e todos estão certos, desde que estejam de acordo com a sua filosofia...

Mas ainda sou um volátil cidadão que acredita na ilusão que da utopia não abre mão, pois eu creio piamente que há futuro para esta nação.


...E mesmo que eu morra só, e como uma semente introduzida nesta terra, quero ver minhas ideias florescerem e dar frutos, pois eu tive uma razão a mais para viver, vivi toda uma vida acreditando num mundo melhor para esta nossa nação!


Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito,
 para que todo aquele que nele crê não pereça, 
 mas tenha a vida eterna.
 -João, 3:16-

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